Relembrando a minha vida feliz
que tive com a minha esposa, surgiu-me a ideia de falar sobre essas três delícias.
Elas podem vir juntas ou separadas. Depende do estado de graça ou de
envolvimento com que a pessoa foi tocada. Pode-se dizer que é um estado de
enfeitiçamento. Não se diz, vou amar fulana ou fulano, por que é uma pessoa
especial. Tem que haver uma atração mútua, carente de explicação, que pode
evoluir ou não para o amor. Acontecendo essa atração, com a convivência, pode
surgir o amor ou, em caso oposto, o ódio, uma vez que esses sentimentos são
categorias dialéticas, ou seja, são contraditórios, porém um não pode viver
sem o outro, como Deus e o Diabo. Esses dois vivem, de mãozinhas dadas,
dentro de cada um de nós, inseparáveis. Não existem Deus e o Diabo externos,
como pregam as muitas religiões que vem, há séculos, enganando o povo. Eles
habitam em nós. Cumpre, a cada um de nós, separar o joio do trigo.
O amor é um sentimento. Como tal, é eivado de emoções, mas é controlado, também, pela razão. Os dois, na dose certa, podem alcançar o infinito. Não, como disse o grande poeta e compositor, Vinícius de Morais, “o amor é infinito enquanto dura”. Este é um conceito pessoal, pragmático e oportunista até. É pensamento de poeta mesmo. Amor é fusão, cumplicidade, compreensão, doação, entendimento e, sobretudo, tesão, aliás, muita tesão. Estou me referindo, é óbvio, ao amor entre homem e mulher, entre homens, ou entre mulheres, pois sou desprovido de homofobia. Quando se juntam amor, sexo e paixão, pode-se dizer que o privilegiado está em estado de graça. Observa-se que amor é para gente psíquica e emocionalmente equilibrada. Não estou falando de gente normal, pois não existe. Para os que desejam permanecer no seu estado de desequilíbrio, que se contentem com a solidão. Podem até se dar muito bem. Há um autor, Erich Fromm, psicanalista e pensador norte-americano de origem alemã, que procurou integrar a análise sociológica à psicanálise. Ele analisa o amor com bastante amplitude e erudição, no seu livro A Arte de Amar, muito difundido entre os jovens de meu tempo de juventude, algumas décadas atrás. Nesse livro, ele aborda o amor do ponto de vista geral, entre as pessoas. O amor concreto, o real, não o fantástico, criado pelas religiões. O amor que deve ser perseguido pelo ser humano, a meu ver, é o amor a si próprio e ao próximo. O resto é pura fantasia, é alienação.
Sexo é instinto. Pode acontecer com a presença do amor ou não, depende apenas dos parceiros. Com a liberalidade das mulheres, tornou-se até vulgar, tanto assim, que cresce no mundo todo a indústria pornográfica do sexo. Mulheres e homens emborrachados, com corpos cada vez mais perfeitos e bonitos, estão vivendo da prática contínua do sexo. Está rendendo bastante dinheiro. Há máfias organizadas controlando essa indústria pornográfica pelo mundo afora. Porém, faço questão de ser conservador, sexo bom e gostoso é o praticado com amor. Vamos respeitar, entretanto, quem pensa o contrário.
Paixão é sentimento de curta duração, mas, avassalador! Remove montanhas! Porém, muito cuidado! Como ela vem imbuída de patologias! Tanto assim que se matam por amor! A história está cheia desses casos. As televisões trazem-nos para os nossos lares. Imaginem, quanta maluquice! Nunca se deve confiar em alguém que esteja apaixonado, salvo se, ao mesmo tempo, estiver prenhe de amor.
O amor é um sentimento. Como tal, é eivado de emoções, mas é controlado, também, pela razão. Os dois, na dose certa, podem alcançar o infinito. Não, como disse o grande poeta e compositor, Vinícius de Morais, “o amor é infinito enquanto dura”. Este é um conceito pessoal, pragmático e oportunista até. É pensamento de poeta mesmo. Amor é fusão, cumplicidade, compreensão, doação, entendimento e, sobretudo, tesão, aliás, muita tesão. Estou me referindo, é óbvio, ao amor entre homem e mulher, entre homens, ou entre mulheres, pois sou desprovido de homofobia. Quando se juntam amor, sexo e paixão, pode-se dizer que o privilegiado está em estado de graça. Observa-se que amor é para gente psíquica e emocionalmente equilibrada. Não estou falando de gente normal, pois não existe. Para os que desejam permanecer no seu estado de desequilíbrio, que se contentem com a solidão. Podem até se dar muito bem. Há um autor, Erich Fromm, psicanalista e pensador norte-americano de origem alemã, que procurou integrar a análise sociológica à psicanálise. Ele analisa o amor com bastante amplitude e erudição, no seu livro A Arte de Amar, muito difundido entre os jovens de meu tempo de juventude, algumas décadas atrás. Nesse livro, ele aborda o amor do ponto de vista geral, entre as pessoas. O amor concreto, o real, não o fantástico, criado pelas religiões. O amor que deve ser perseguido pelo ser humano, a meu ver, é o amor a si próprio e ao próximo. O resto é pura fantasia, é alienação.
Sexo é instinto. Pode acontecer com a presença do amor ou não, depende apenas dos parceiros. Com a liberalidade das mulheres, tornou-se até vulgar, tanto assim, que cresce no mundo todo a indústria pornográfica do sexo. Mulheres e homens emborrachados, com corpos cada vez mais perfeitos e bonitos, estão vivendo da prática contínua do sexo. Está rendendo bastante dinheiro. Há máfias organizadas controlando essa indústria pornográfica pelo mundo afora. Porém, faço questão de ser conservador, sexo bom e gostoso é o praticado com amor. Vamos respeitar, entretanto, quem pensa o contrário.
Paixão é sentimento de curta duração, mas, avassalador! Remove montanhas! Porém, muito cuidado! Como ela vem imbuída de patologias! Tanto assim que se matam por amor! A história está cheia desses casos. As televisões trazem-nos para os nossos lares. Imaginem, quanta maluquice! Nunca se deve confiar em alguém que esteja apaixonado, salvo se, ao mesmo tempo, estiver prenhe de amor.